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  1. Mil, Milhão, Bilhão, Trilhão

    Mil, Milhão, Bilhão, Trilhão
  2. Mil, Milhão, Bilhão, Trilhão II
  3. Mil, Milhão, Bilhão, Trilhão III
  4. Mil, Milhão, Bilhão, Trilhão IV
  5. Comparando Números
    Comparando Números
  6. Comparando Números II
  7. Comparando Números III
  8. Comparando Números IV
  9. Comparando Números V
  10. Adição
    Adição I
  11. Adição II
  12. Adição III
  13. Adição IV
  14. Subtração
    Subtração I
  15. Subtração II
  16. Subtração III
  17. Subtração IV
  18. Subtração V
  19. Subtração VI
  20. Subtração VII
  21. Subtração VIII
  22. Subtração IX
  23. Subtração X
  24. Subtração XI
  25. Multiplicação
    Multiplicação I
  26. Treinamento de Agilidade - Multiplicação I
    5 Testes
  27. Como foi a sua experiência com o Treinamento de Agilidade?
  28. Multiplicação II
  29. Multiplicação III
  30. Multiplicação IV
  31. Multiplicação V
  32. Multiplicação VI
  33. Multiplicação VII
  34. Multiplicação VIII
  35. Multiplicação IX
  36. Multiplicação X
  37. Multiplicação XI
  38. Multiplicação XII
  39. Multiplicação XIII
  40. Multiplicação XIV
  41. Multiplicação XV
  42. Multiplicação XVI
  43. Multiplicação XVII
  44. Multiplicação e Divisão
    Multiplicação e Divisão I
  45. Multiplicação e Divisão II
  46. Multiplicação e Divisão III
  47. Multiplicação e Divisão IV
  48. Multiplicação e Divisão V
  49. Multiplicação e Divisão VI
  50. Multiplicação e Divisão VII
  51. Multiplicação e Divisão VIII
  52. Multiplicação e Divisão IX
  53. Multiplicação e Divisão X
  54. Multiplicação e Divisão XI
  55. Multiplicação e Divisão XII
  56. Representação Numérica
    Representação Numérica I
  57. Quadro de Medalhas
    Quadro de Medalhas
  58. Números Romanos
    Números Romanos I
  59. Fuso horários
    Fuso horários

(ENEM 2011) A tabela compara o consumo mensal, em kWh, dos consumidores residenciais e dos de baixa renda, antes e depois da redução da tarifa de energia no estado de Pernambuco.

Considere dois consumidores: um que é de baixa renda e gastou 100 kWh e outro do tipo residencial que gastou 185 kWh. A diferença entre o gasto desses consumidores com 1 kWh, depois da redução da tarifa de energia, mais aproximada, é de

A R$ 0,27.
B R$ 0,29.
C R$ 0,32.
D R$ 0,34.
E R$ 0,61.

Ver a resposta

(ENEM 2004) O jornal de uma pequena cidade publicou a seguinte notícia:

A análise da notícia permite concluir que a medida é oportuna. Mantido esse fluxo migratório e bem sucedida a campanha, os mananciais serão suficientes para abastecer a cidade até o final de
A) 2005.
B) 2006.
C) 2007.
D) 2008.
E) 2009.

Resposta:

Alternativa E

(ENEM 2005) Os números de identificação utilizados no cotidiano (de contas bancárias, de CPF, de Carteira de Identidade etc) usualmente possuem um dígito de verificação, normalmente representado após o hífen, como em 17326-9. Esse dígito adicional tem a finalidade de evitar erros no preenchimento ou digitação de documentos.

Um dos métodos usados para gerar esse dígito utiliza os seguintes passos:

  • multiplica-se o último algarismo do número por 1, o penúltimo por 2, o antepenúltimo por 1, e assim por diante, sempre alternando multiplicações por 1 e por 2.
  • soma-se 1 a cada um dos resultados dessas multiplicações que for maior do que ou igual a 10.
  • somam-se os resultados obtidos .
  • calcula-se o resto da divisão dessa soma por 10, obtendo-se assim o dígito verificador.

O dígito de verificação fornecido pelo processo acima para o número 24685 é
(A) 1.
(B) 2.
(C) 4.
(D) 6.
(E) 8.

(ENEM 2007) Álcool, crescimento e pobreza
O lavrador de Ribeirão Preto recebe em média R\$ 2,50 por tonelada de cana cortada. Nos anos 80, esse trabalhador cortava cinco toneladas de cana por dia. A mecanização da colheita o obrigou a ser mais produtivo. O corta-cana derruba agora oito toneladas por dia.
O trabalhador deve cortar a cana rente ao chão, encurvado. Usa roupas mal-ajambradas, quentes, que lhe cobrem o corpo, para que não seja lanhado pelas folhas da planta. O excesso de trabalho causa a birola: tontura, desmaio, cãibra, convulsão. A fim de aguentar dores e cansaço, esse trabalhador toma drogas e soluções de glicose, quando não farinha mesmo. Tem aumentado o número de mortes por exaustão nos canaviais.
O setor da cana produz hoje uns 3,5% do PIB. Exporta US\$ 8 bilhões. Gera toda a energia elétrica que consome e ainda vende excedentes. A indústria de São Paulo contrata cientistas e engenheiros para desenvolver máquinas e equipamentos mais eficientes para as usinas de álcool.
As pesquisas, privada e pública, na área agrícola (cana, laranja, eucalipto etc.) desenvolvem a bioquímica e a genética no país.

Folha de S. Paulo, 11/3/2007 (com adaptações).

Considere-se que cada tonelada de cana-de-açúcar permita a produção de 100 litros de álcool combustível, vendido nos postos de abastecimento a R\$ 1,20 o litro. Para que um corta-cana
pudesse, com o que ganha nessa atividade, comprar o álcool produzido a partir das oito toneladas de cana resultantes de um dia de trabalho, ele teria de trabalhar durante

A) 3 dias.
B) 18 dias.
C) 30 dias.
D) 48 dias.
E) 60 dias.

Ver a resposta

(ENEM 2008) A contagem de bois
Em cada parada ou pouso, para jantar ou dormir, os bois são contados, tanto na chegada quanto na saída. Nesses lugares, há sempre um potreiro, ou seja, determinada área de pasto cercada de arame, ou mangueira, quando a cerca é de madeira. Na porteira de entrada do potreiro, rente à cerca, os peões formam a seringa ou funil, para afinar a fila, e então os bois vão entrando aos poucos na área cercada.
Do lado interno, o condutor vai contando; em frente a ele, está o marcador, peão que marca as reses. O condutor conta 50 cabeças e grita: — Talha! O marcador, com o auxílio dos dedos das mãos, vai marcando as talhas. Cada dedo da mão direita corresponde a 1 talha, e da mão esquerda, a 5 talhas.
Quando entra o último boi, o marcador diz: — Vinte e cinco talhas! E o condutor completa: — E dezoito cabeças. Isso significa 1.268 bois.

Boiada, comitivas e seus peões. In: O Estado de São Paulo, ano VI, ed. 63, 21/12/1952 (com adaptações).

Para contar os 1.268 bois de acordo com o processo descrito acima, o marcador utilizou
A) 20 vezes todos os dedos da mão esquerda.
B) 20 vezes todos os dedos da mão direita.
C) todos os dedos da mão direita apenas uma vez.
D) todos os dedos da mão esquerda apenas uma vez.
E) 5 vezes todos os dedos da mão esquerda e 5 vezes todos os dedos da mão direita.

(IFSC/2018) Sobre as expressões numéricas

I) 5 + 23 . 4 – 75 ÷ 15
e
II) (5 + 23) . 4 – 75 ÷ 15

é CORRETO afirmar que

a) o resultado da expressão I é 80.
b) apresentam resultados iguais porque envolvem os mesmos números e as mesmas operações.
c) o resultado da expressão I é maior que o resultado da expressão II.
d) o resultado da expressão I é menor que o resultado da expressão II.
e) o resultado da expressão II é 106.

Resposta:

Alternativa D

(Fuvest-2003) Num bolão, sete amigos ganharam vinte e um milhões, sessenta e três mil e quarenta e dois reais. O prêmio foi dividido em sete partes iguais. Logo, o que cada um recebeu, em reais, foi:
a) 3.009.006,00
b) 3.009.006,50
c) 3.090.006,00
d) 3.090.006,50
e) 3.900.060,50

Resposta:

Alternativa A

(ENEM 2010 PPL) Desde 2005, o Banco Central não fabrica mais a nota de R\$ 1,00 e, desde então, só produz dinheiro nesse valor em moedas. Apesar de ser mais caro produzir uma moeda, a durabilidade do metal é 30 vezes maior que a do papel. Fabricar uma moeda de R\$ 1,00 custa R\$ 0,26, enquanto uma nota custa R\$ 0,17, entretanto, a cédula dura de oito a onze meses.

Disponível em: http://noticias.r7.com. Acesso em: 26 abr. 2010.

Com R\$ 1 000,00 destinados a fabricar moedas, o Banco Central conseguiria fabricar, aproximadamente, quantas cédulas a mais?
A 1 667
B 2 036
C 3 846
D 4 300
E 5 882

Resposta:
Alternativa B

(ENEM 2011 PPL) Em uma sala de aula, três alunos resolveram fazer uma brincadeira de medição. Cada um escolheu um objeto próprio para medir o comprimento da lousa. O primeiro foi até a lousa e, usando o comprimento de um livro, verificou que era possível enfileirar 13 deles e ainda sobrava um pequeno espaço igual à metade do comprimento do livro. O segundo pegou seu lápis e começou a medir a lousa. No final, percebeu que esse comprimento era igual a 20 lápis. O terceiro, para economizar tempo, pegou uma régua graduada e mediu o comprimento do livro que o colega havia usado, obtendo 28 cm.

Com base nessas informações, qual é a medida mais aproximada do comprimento do lápis?
A 10 cm
B 18 cm
C 19 cm
D 26 cm
E 41 cm

Resposta:
Alternativa C

(UERJ 2012) Em uma viagem ao exterior, o carro de um turista brasileiro consumiu, em uma semana, 50 galões de gasolina, a um custo total de 152 dólares. Considere que um dólar, durante a semana da viagem, valia 1,60 reais e que a capacidade do galão é de 3,8L.

Durante essa semana, o valor, em reais, de 1 L de gasolina era de:

(A) 1,28
(B) 1,40
(C) 1,75
(D) 1,90

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(Encceja) Uma firma de transporte fornece aos seus usuários algumas vantagens ao adquirirem passes que só podem ser usados nos dias úteis. A tabela mostra como os passes podem ser adquiridos.

PassesPreço em Real
Unitários1,00
Cartelas com 109,50
Cartelas com 2018,00
Cartelas com 2521,50

Antônio necessita comprar, para o mês de abril, passes para ele e sua esposa, considerando que neste mês, devido aos feriados da Semana Santa, serão contados apenas 20 dias úteis.

Cada um deles utiliza 2 passes por dia. A escolha mais econômica para Antônio é adquirir

A) passes unitários porque o mês de abril tem apenas 20 dias úteis.
B) quatro cartelas com 20 passes cada uma.
C) duas cartelas com 25 passes, uma com 20 passes e uma com 10 passes.
D) três cartelas com 25 passes e 5 passes unitários.

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